Conheça a história das Ring Girls, desde o boxe em Las Vegas nos anos 1960 até a presença no MMA, UFC e grandes eventos de combate.
A história das Ring Girls começa muito antes do UFC e do MMA moderno. A origem mais documentada da tradição está ligada ao boxe em Las Vegas, na década de 1960, especialmente aos eventos realizados no Hacienda Hotel pelo promotor Bill Miller. Em 1965, a The Ring Magazine publicou imagens das profissionais que apresentavam as placas dos rounds, ajudando a dar visibilidade a uma prática que posteriormente se espalhou por outras promoções.
Isso não significa que seja possível provar que nenhuma mulher tenha desempenhado uma função semelhante antes de 1965. O que as fontes permitem afirmar com segurança é que a tradição moderna das Ring Card Girls ganhou um registro histórico importante em Las Vegas e passou a se disseminar a partir daquele período.
Com o tempo, a função saiu do boxe, chegou a outras modalidades de combate, ganhou novas denominações e passou a fazer parte da identidade visual de grandes organizações. No UFC, por exemplo, a atividade recebeu o nome de Octagon Girl.
Onde surgiu a tradição das Ring Girls?
A referência histórica mais recorrente para a origem das Ring Card Girls é Las Vegas, Nevada, nos Estados Unidos.
Durante a década de 1960, o promotor Bill Miller organizava eventos semanais de boxe no Hacienda Hotel, na Las Vegas Strip. Segundo a reconstrução histórica publicada pela TITLE Boxing, Miller introduziu mulheres para apresentar as placas entre os rounds como parte do entretenimento dos eventos.
O contexto de Las Vegas é importante.
O boxe profissional já era mais do que uma competição esportiva. As lutas faziam parte de um ambiente de entretenimento que envolvia hotéis, cassinos, celebridades e grandes públicos. O uso das placas com modelos acrescentava um elemento visual ao intervalo entre os assaltos.
A prática acabou chamando atenção fora do próprio evento.
O que aconteceu em 1965?
O ano de 1965 aparece com frequência nas referências históricas sobre Ring Girls porque a The Ring Magazine publicou, em sua edição de maio daquele ano, imagens das Ring Card Girls dos eventos de Las Vegas. Segundo a TITLE Boxing, essa exposição ajudou a popularizar a prática e outras promoções de boxe passaram a adotá-la.
Esse ponto merece uma distinção.
É comum encontrar a afirmação de que “as Ring Girls surgiram em 1965”. Historicamente, essa frase é simplificada demais.
Se uma publicação de maio de 1965 fotografou uma profissional exercendo a função, a atividade obviamente já estava acontecendo quando a fotografia foi feita.
Por isso, uma formulação mais precisa é:
A tradição moderna das Ring Card Girls está documentada em Las Vegas durante a década de 1960, e 1965 se tornou um marco porque a The Ring Magazine publicou imagens da prática e contribuiu para sua divulgação.
Essa diferença entre origem, registro e popularização é importante para não transformar uma data documental em uma certeza sobre a primeira ocorrência da atividade em toda a história do boxe.
Quem foi Bill Miller?
Bill Miller foi um promotor de boxe associado aos eventos semanais realizados no Hacienda Hotel, em Las Vegas.
A história publicada pela TITLE Boxing atribui a ele a iniciativa de incorporar mulheres à apresentação das placas dos rounds, buscando acrescentar entretenimento aos eventos.
A PAWFC, organização que também publicou uma retrospectiva histórica sobre a função, reproduz essencialmente essa mesma narrativa: Miller teria introduzido as Ring Card Girls nos eventos semanais de Las Vegas, e a publicação da The Ring Magazine em 1965 teria contribuído para que a prática se espalhasse para outras promoções.
É importante, porém, separar fonte histórica primária de reconstruções posteriores. As fontes atuais que atribuem a Bill Miller essa introdução são relatos retrospectivos, e não uma documentação contemporânea de 1965 encontrada diretamente na edição original da revista.
Essa limitação não invalida a narrativa, mas recomenda cuidado com frases como “Bill Miller foi definitivamente o primeiro homem a inventar a Ring Girl”.
O que está bem documentado é sua associação com a popularização inicial da prática em Las Vegas.
Qual era a função original?
A função original era bastante simples: apresentar visualmente o número do próximo round ao público.
Entre os assaltos, a profissional atravessava ou circulava pelo ringue carregando uma placa.
A atividade tinha uma utilidade informativa evidente, mas também estava integrada ao entretenimento do evento.
Uma descrição publicada pelo Los Angeles Times em 1987 mostra que, naquele período, a função já estava consolidada nos eventos de boxe. O jornal descreveu seis Ring Girls atuando em uma noite de lutas e realizando a tarefa tradicional de circular pelo ringue entre os rounds com uma placa indicando o round.
Isso é relevante porque mostra que a função não ficou restrita ao contexto de Las Vegas dos anos 1960. Décadas depois, o formato básico continuava reconhecível.
Como a função se espalhou pelo boxe?
Depois da exposição proporcionada pela The Ring Magazine, a prática começou a aparecer em outras promoções.
A narrativa histórica publicada pela TITLE Boxing afirma que, depois da edição de maio de 1965, promoções de boxe ao redor dos Estados Unidos adotaram o formato.
A partir daí, a Ring Card Girl passou a fazer parte da apresentação de diferentes eventos.
Não significa que todas as organizações tenham utilizado exatamente o mesmo modelo. O número de profissionais, vestimenta, atividades, critérios de contratação e relação com o público sempre dependeram da promoção.
O elemento que permaneceu relativamente estável foi a placa indicando o round.
A Ring Girl sempre teve apenas função informativa?
Não.
Desde os primeiros relatos, a atividade esteve ligada tanto à apresentação dos rounds quanto ao entretenimento.
Essa dupla característica ajuda a explicar sua permanência.
A placa cumpre uma função simples de comunicação com o público. A presença da profissional, por sua vez, também integra a apresentação visual do espetáculo.
Com o crescimento da televisão esportiva, essa característica ganhou ainda mais importância. A Ring Girl passou a fazer parte da imagem transmitida do evento, aparecendo durante os intervalos entre os rounds.
Um registro do Los Angeles Times de 1987 mostra justamente como a atividade já estava institucionalizada em eventos de boxe norte-americanos.
Quando a Ring Girl chegou ao MMA?
A função chegou ao MMA muito depois de sua consolidação no boxe.
O MMA moderno desenvolveu uma identidade própria a partir do final do século XX, e as Ring Girls passaram a integrar diversos eventos da modalidade.
No Brasil, há documentação jornalística de que a função já fazia parte do cenário nacional antes da explosão do UFC no país.
Em reportagem publicada pelo Combate em abril de 2012, Geisa Vitorino foi apresentada como Ring Girl oficial do Jungle Fight e afirmou que já atuava como “moça da placa” em eventos de MMA desde 2009.
Esse registro é importante porque desmonta uma ideia bastante comum: o UFC não criou a Ring Girl no MMA brasileiro.
A função já existia.
O que o crescimento do UFC fez foi aumentar enormemente sua exposição e transformar algumas dessas profissionais em figuras reconhecidas pelo público do esporte.
Como as Ring Girls entraram na história do UFC?
O UFC adotou uma nomenclatura própria: Octagon Girl.
No Brasil, o UFC apresentou suas primeiras Octagon Girls brasileiras em janeiro de 2013. A organização informou que Camila Oliveira e Aline Franzoi apareceriam na pesagem do UFC on FX 7, realizado em São Paulo.
Meses depois, o UFC anunciou Jhenny Andrade como sua nova Octagon Girl brasileira. Ela faria sua estreia na pesagem do UFC 163.
A escolha do termo faz referência ao octógono utilizado pelo UFC, criando uma nomenclatura própria para uma função que já existia em outros esportes de combate.
Essa evolução é importante para entender por que atualmente aparecem expressões diferentes para atividades muito próximas.
Ring Girl e Octagon Girl passaram a significar coisas diferentes?
Não exatamente.
A relação entre os termos é melhor compreendida como uma diferença de contexto e nomenclatura, e não como duas profissões completamente independentes.
O próprio UFC fornece um exemplo bastante claro.
Jhenny Andrade foi apresentada oficialmente como Octagon Girl quando entrou para o UFC. Em 2017, entretanto, o próprio UFC publicou que ela havia sido escolhida como Best Ring Girl of the Year no MMA Awards de 2016.
Isso mostra como as duas expressões podem coexistir.
Uma profissional pode ser chamada de Octagon Girl dentro da organização e, em uma premiação ou contexto mais amplo do MMA, ser identificada como Ring Girl.
O que mudou com o UFC?
O UFC ajudou a transformar a função em uma atividade de maior visibilidade dentro do MMA.
As Octagon Girls passaram a aparecer não apenas durante os combates, mas também em atividades relacionadas aos eventos.
Em 2013, por exemplo, o UFC divulgou uma programação em Belo Horizonte que incluía sessões de fotos com Camila Oliveira e Jhenny Andrade, além de participações das duas em atividades relacionadas aos fãs e à pesagem oficial.
Outro conteúdo oficial do UFC mostra as duas participando de atividades promocionais em Brasília, incluindo uma sessão de autógrafos com fãs.
Isso representa uma mudança relevante na função.
A atividade deixou de ser necessariamente limitada ao momento em que a placa do round aparece no ringue ou no octógono.
Dependendo da organização, a profissional pode também participar de ações promocionais, fotografias, eventos para fãs, pesagens e outras atividades relacionadas ao espetáculo.
Como a função evoluiu ao longo das décadas?
A história pode ser dividida em algumas fases para facilitar a compreensão.
Década de 1960: consolidação no boxe
Las Vegas aparece como o principal ponto de referência histórico da tradição moderna.
Os eventos do Hacienda Hotel promovidos por Bill Miller são associados à introdução das Ring Card Girls, e a The Ring Magazine registrou a prática em 1965.
Décadas de 1970 e 1980: expansão no boxe
A função já estava estabelecida em diferentes eventos de boxe norte-americanos.
Um exemplo documentado pelo Los Angeles Times em 1987 mostra Ring Girls realizando a apresentação tradicional dos rounds em uma noite de lutas no Forum.
A presença em grandes eventos também ajudou a consolidar a associação entre a profissional, a apresentação do combate e o espetáculo esportivo.
Anos 1990 e 2000: integração ao entretenimento esportivo
Com a expansão das transmissões esportivas e das grandes promoções, a imagem da Ring Girl passou a fazer parte da apresentação comercial de eventos.
A função começou a se conectar cada vez mais com modelagem, mídia, publicidade e exposição pessoal.
Não significa que todas as profissionais tenham seguido esse caminho. A carreira individual sempre dependeu das oportunidades disponíveis.
Anos 2000 e 2010: crescimento no MMA
A expansão mundial do MMA levou a função para um novo ambiente.
Organizações de MMA passaram a incorporar Ring Girls ou nomes equivalentes à apresentação dos eventos.
No Brasil, o Jungle Fight já utilizava a função antes da consolidação do UFC no país.
A partir de 2013: consolidação das Octagon Girls brasileiras
A chegada das primeiras Octagon Girls brasileiras ao UFC marcou uma nova etapa de exposição da atividade no país.
Camila Oliveira e Aline Franzoi apareceram no primeiro evento do UFC realizado em São Paulo em 2013, enquanto Jhenny Andrade foi posteriormente anunciada como nova integrante brasileira.
A função mudou ou apenas ganhou mais visibilidade?
As duas coisas aconteceram.
A função tradicional continua sendo reconhecível: apresentar a placa indicando o próximo round.
Mas algumas organizações passaram a utilizar essas profissionais em um conjunto maior de atividades.
No UFC, os registros oficiais mostram participação em sessões de fotos, autógrafos, pesagens e eventos para fãs.
Isso permite identificar uma evolução importante:
placa do round → apresentação do evento → participação promocional → presença de mídia e relacionamento com fãs.
Essa sequência não deve ser interpretada como uma regra obrigatória. Uma Ring Girl contratada para um evento pode continuar desempenhando apenas a função tradicional.
O que mudou foi o potencial de utilização da função dentro do evento.
Quando Ring Girl virou uma carreira além do ringue?
Esse processo aconteceu gradualmente.
Algumas profissionais passaram a construir reconhecimento fora dos eventos de luta, principalmente por meio de modelagem, televisão, publicidade e redes sociais.
O próprio UFC registra exemplos dessa expansão.
Arianny Celeste, por exemplo, tornou-se uma das Ring Girls mais conhecidas associadas ao UFC, enquanto outras profissionais também passaram a desenvolver trabalhos fora do ambiente das lutas.
No caso de Jhenny Andrade, o reconhecimento chegou inclusive a uma premiação específica. Em 2017, o UFC informou que ela havia sido escolhida como Ring Girl do Ano de 2016 no MMA Awards.
Isso mostra que a atividade passou a ser reconhecida como uma categoria própria dentro do ecossistema do MMA.
A história das Ring Girls também envolve controvérsias
Não é possível contar a história das Ring Girls apenas como uma trajetória de expansão.
A função também passou a ser questionada por causa da forma como a imagem feminina é utilizada nos eventos.
O debate envolve temas como sexualização, representação feminina, igualdade e a própria necessidade de manter a função em eventos esportivos.
Em 2015, por exemplo, uma discussão pública entre Ronda Rousey e Arianny Celeste trouxe para o MMA o debate sobre remuneração e o valor atribuído ao trabalho das Ring Girls em comparação com os atletas. A controvérsia foi registrada por veículos como o Washington Post e o Combate.
O assunto também ultrapassou o UFC.
Em 2019, no boxe australiano, uma mudança envolvendo Ring Card Girls e substitutos masculinos provocou reação do público durante um evento em Bendigo. A ESPN registrou que as profissionais foram posteriormente recolocadas na função durante a noite.
Esses episódios mostram que a existência da Ring Girl passou a ser discutida não apenas como tradição esportiva, mas também como questão cultural.
Por que algumas organizações abandonaram ou modificaram a função?
Não existe uma única razão aplicável a todos os eventos.
A decisão pode estar relacionada à identidade da organização, ao perfil do público, à estratégia comercial, à transmissão, às discussões sobre representação feminina ou à própria concepção do espetáculo.
Por isso, não seria correto afirmar que existe uma tendência universal de extinção ou de crescimento da função.
O que os registros históricos mostram é uma adaptação.
Algumas organizações mantêm o formato tradicional. Outras modificam a apresentação. Outras experimentam alternativas.
A função, portanto, não permanece exatamente igual àquela documentada em Las Vegas nos anos 1960.
A função é a mesma no boxe e no MMA?
O núcleo da atividade pode ser semelhante, mas o contexto não é necessariamente igual.
No boxe, a função está historicamente ligada ao ringue e à apresentação dos rounds.
No MMA, a profissional pode trabalhar ao redor do cage ou octógono e, dependendo da organização, participar também de atividades promocionais.
No UFC, o termo institucional utilizado é Octagon Girl.
Portanto, existe continuidade histórica, mas também existe adaptação.
A função atravessou diferentes modalidades sem permanecer completamente estática.
A história brasileira das Ring Girls
O Brasil possui uma história própria dentro dessa evolução.
O registro do Combate de 2012 sobre Geisa Vitorino é particularmente relevante porque mostra que a atividade já estava presente no MMA brasileiro antes da consolidação das Octagon Girls brasileiras do UFC. Geisa relatou que trabalhava como “moça da placa” em eventos de MMA desde 2009 e era Ring Girl oficial do Jungle Fight.
Em outra reportagem do mesmo período, o Combate mostrou Geisa e Samantha Maia levantando as placas durante o Jungle Fight 40 e registrou a interação das profissionais com o público.
Esse material ajuda a reconstruir uma parte importante da história brasileira.
A função não apareceu no país apenas como consequência da chegada do UFC.
Ela já estava presente nos eventos nacionais.
O UFC, porém, deu uma dimensão internacional à nomenclatura Octagon Girl e apresentou suas primeiras brasileiras em 2013.
Linha do tempo da história das Ring Girls
| Período | Marco histórico |
|---|---|
| Década de 1960 | Eventos de boxe em Las Vegas são associados à consolidação moderna das Ring Card Girls |
| 1965 | A The Ring Magazine publica imagens da prática em eventos de Las Vegas |
| Décadas seguintes | A prática se espalha por promoções de boxe |
| 1970 e 1980 | Ring Girls aparecem de forma consolidada em eventos norte-americanos |
| 1987 | O Los Angeles Times registra a função em uma noite de boxe no Forum |
| 2000 | A função ganha maior presença no MMA e em grandes eventos esportivos |
| 2009 | Geisa Vitorino relata atuação como “moça da placa” em eventos de MMA no Brasil |
| 2012 | Combate registra Geisa como Ring Girl oficial do Jungle Fight |
| 2013 | Camila Oliveira e Aline Franzoi são apresentadas pelo UFC como primeiras brasileiras Octagon Girls |
| 2013 | Jhenny Andrade é anunciada como nova Octagon Girl brasileira |
| 2010s | A função passa a envolver maior exposição promocional, mídia e relacionamento com fãs |
| 2017 | Jhenny Andrade recebe o prêmio de Ring Girl do Ano no MMA Awards de 2016 |
| Atualidade 2026 | A função permanece em diferentes modalidades, com nomes, responsabilidades e formatos que variam entre organizações |
A linha do tempo reúne marcos documentados e não pretende representar todas as Ring Girls, organizações ou eventos da história.
O que a história das Ring Girls ensina sobre a profissão atual?
A principal conclusão histórica é que a função não nasceu como uma profissão específica do MMA.
Ela surgiu em um contexto de boxe e entretenimento esportivo e posteriormente foi incorporada por diferentes modalidades.
Também é possível observar uma segunda transformação.
No início, o elemento mais visível era a placa do round.
Com a profissionalização dos grandes eventos, a atividade passou a poder incluir presença em pesagens, sessões de fotos, autógrafos, ações com fãs e outras atividades promocionais, como mostram registros oficiais do UFC.
Isso explica por que atualmente a expressão Ring Girl pode representar mais do que a imagem tradicional da profissional caminhando pelo ringue.
Ao mesmo tempo, o núcleo histórico permanece reconhecível: apresentar visualmente o andamento do combate e integrar a apresentação do evento.
Perguntas frequentes
Quando surgiram as Ring Girls?
A tradição moderna das Ring Card Girls é associada ao boxe de Las Vegas durante a década de 1960. A edição de maio de 1965 da The Ring Magazine é um marco documental frequentemente citado porque publicou imagens da prática.
Quem criou a Ring Girl?
Fontes retrospectivas atribuem a Bill Miller, promotor de boxe associado aos eventos do Hacienda Hotel em Las Vegas, a introdução das Ring Card Girls naquele contexto. Entretanto, não é possível transformar essa atribuição em prova absoluta de que ele foi a primeira pessoa da história a utilizar uma mulher para essa função.
A Ring Girl surgiu no boxe ou no MMA?
A tradição moderna documentada surgiu no contexto do boxe, décadas antes da consolidação do MMA moderno. O MMA posteriormente incorporou a função.
Quando surgiu a Ring Girl no Brasil?
Há registro jornalístico de Geisa Vitorino atuando como “moça da placa” em eventos de MMA desde 2009 e como Ring Girl oficial do Jungle Fight em 2012.
O UFC criou a Octagon Girl?
Não. O UFC criou e consolidou sua própria denominação, Octagon Girl, para as profissionais que desempenham a função dentro de seus eventos. As Ring Girls são anteriores ao UFC e têm origem histórica associada ao boxe. O UFC apresentou suas primeiras brasileiras como Octagon Girls em 2013.


















