A presença das Ring Girls ultrapassou há muito tempo os eventos de MMA realizados nos Estados Unidos. Hoje, a função aparece associada a organizações de diferentes países, eventos de MMA, boxe, Muay Thai e outras modalidades de combate, além de agências especializadas em contratar profissionais para eventos.
No universo do UFC, o nome oficial mais utilizado é Octagon Girl. A organização já apresentou profissionais de diferentes países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e Filipinas. Entre os nomes documentados estão Arianny Celeste, Brittney Palmer, Chrissy Blair, Carly Baker, Kahili Blundell, Azusa Nishigaki e Red Dela Cruz.
Fora do UFC, o mercado é ainda mais amplo. Existem agências especializadas em fornecer Ring Girls, Cage Girls, Walk-on Girls, Weigh-in Girls e modelos promocionais para eventos de boxe, MMA e Muay Thai, especialmente em mercados como o Reino Unido.
Quais são as Ring Girls internacionais mais conhecidas?
Não existe um ranking universal de Ring Girls internacionais. O reconhecimento de cada profissional depende da organização, do período de atuação, da quantidade de eventos, da exposição na mídia e de outros trabalhos relacionados ao entretenimento esportivo.
| Nome da Octagon Girl | Perfil oficial no Instagram | Foco de conteúdo digital |
| Arianny Celeste | @ariannyceleste | Lifestyle, Maternidade, Empreendedorismo |
| Brittney Palmer | @brittneypalmer | Artes Plásticas, Exposições, Galeria de Arte |
| Jhenny Andrade | @jhennyandrade | Bastidores de Lutas, Fitness, Maternidade |
| Luciana Andrade | @lucianaandrade | Direito, Fitness, Viagens, Moda |
| Red Dela Cruz | @red_delacruz | Viagens, Moda Esportiva, Ásia-Pacífico |
| Brookliyn Wren | @brookliynwren | Esportes Outdoor, Lifestyle, Ensaios |
Entre os nomes com documentação relevante em organizações de MMA estão:
| Profissional | País ou mercado associado | Organização ou contexto documentado |
|---|---|---|
| Arianny Celeste | Estados Unidos | UFC |
| Brittney Palmer | Estados Unidos | UFC |
| Chrissy Blair | Estados Unidos | UFC |
| Carly Baker | Reino Unido | UFC |
| Kahili Blundell | Austrália | UFC |
| Azusa Nishigaki | Japão | UFC |
| Red Dela Cruz | Filipinas | UFC |
| Brookliyn Wren | Estados Unidos | UFC |
Essa relação representa profissionais com registros públicos ligados ao MMA e não deve ser interpretada como uma lista completa de todas as Ring Girls que já trabalharam internacionalmente.
A própria galeria oficial do UFC reúne nomes como Arianny Celeste, Brittney Palmer, Chrissy Blair, Vanessa Hanson, Red Dela Cruz, Ashley Piccone e Brookliyn Wren.
Arianny Celeste: um dos nomes históricos do UFC
Arianny Celeste é uma das profissionais mais associadas à história das Octagon Girls do UFC.
A organização publicou um perfil específico sobre ela em 2012 e também a inclui em diversas galerias oficiais de eventos. Em uma delas, Arianny aparece apresentando o segundo round do UFC 175, em Las Vegas.
Sua presença também aparece na documentação relacionada ao MMA Awards. Em 2017, por exemplo, Arianny concorreu ao prêmio de Ring Girl of the Year de 2016, categoria vencida naquele ano pela brasileira Jhenny Andrade.
A importância de Arianny para a história das Octagon Girls está ligada principalmente à longa associação com a marca UFC e à presença recorrente em eventos e materiais oficiais da organização.
É importante, entretanto, separar reconhecimento histórico de situação profissional atual. Um registro histórico de participação no UFC não significa automaticamente que a profissional continue exercendo a função atualmente.
Brittney Palmer: UFC e MMA Awards
Brittney Palmer é outro nome fortemente associado à história das Octagon Girls do UFC.
O próprio UFC publicou um perfil sobre ela em 2012 e a inclui em diversas galerias oficiais. Ela também aparece entre as profissionais associadas à categoria de Ring Girl em premiações do MMA.
Brittney posteriormente anunciou sua saída da função no UFC, portanto seu caso é um bom exemplo de por que uma página sobre Ring Girls internacionais precisa diferenciar onde uma profissional trabalhou de onde ela trabalha atualmente.
A carreira de uma Ring Girl pode continuar em outras áreas depois da passagem por uma organização de MMA, incluindo modelagem, mídia, redes sociais, entretenimento e projetos empresariais.
Chrissy Blair: presença internacional no UFC
Chrissy Blair também integra a história internacional das Octagon Girls.
Ela aparece em galerias oficiais do UFC ao lado de Arianny Celeste, Brittney Palmer e Vanessa Hanson. A organização também registrou sua presença em eventos internacionais e em atividades durante semanas de luta.
Um registro particularmente interessante é o UFC 175, em Las Vegas, quando Chrissy Blair apareceu ao lado da brasileira Jhenny Andrade e da australiana Kahili Blundell.
Esse tipo de registro mostra como o UFC reunia profissionais de diferentes mercados durante determinados eventos.
Carly Baker: Ring Girl britânica no UFC
Carly Baker representa o Reino Unido nessa história.
O UFC registrou sua presença como Octagon Girl em eventos realizados na Europa. Ela aparece, por exemplo, em galerias oficiais das pesagens do UFC em Estocolmo e Berlim.
Em 2017, o UFC registrou novamente Carly Baker apresentando o primeiro round durante um evento em Estocolmo.
Carly também apareceu entre as indicadas ao prêmio de Ring Girl of the Year de 2016 no MMA Awards, ao lado de nomes como Arianny Celeste, Brittney Palmer e Jhenny Andrade.
A presença de Carly ajuda a demonstrar que a função não ficou restrita ao mercado norte-americano ou brasileiro dentro do UFC.
Kahili Blundell: a presença australiana
Kahili Blundell foi uma das profissionais associadas ao UFC na Austrália.
Em uma apresentação publicada pela organização, Kahili contou que já realizava trabalhos relacionados a ring cards em Sydney quando soube do casting australiano do UFC.
O UFC também registrou sua participação em eventos na Austrália, incluindo a apresentação dos rounds durante o UFC on FX em Gold Coast e posteriormente em eventos em Sydney.
A trajetória é relevante porque mostra uma rota profissional diferente da ideia de que toda Octagon Girl necessariamente começa em uma grande organização. No caso de Kahili, havia experiência anterior com trabalhos locais relacionados a ring cards.
Azusa Nishigaki: a representação japonesa
Azusa Nishigaki aparece na documentação do UFC como Octagon Girl associada ao mercado japonês.
Em 2014, o UFC publicou uma matéria sobre sua participação relacionada ao evento em Singapura, identificando-a como Octagon Girl.
O caso de Azusa demonstra outra característica do mercado internacional: uma organização global pode utilizar profissionais de diferentes países para eventos realizados em mercados específicos.
A presença local pode ajudar a aproximar a organização do público e também criar uma conexão cultural com o mercado onde o evento acontece.
Red Dela Cruz: a primeira Octagon Girl Filipina do UFC
Red Dela Cruz possui um marco bastante específico.
Em maio de 2015, o UFC anunciou oficialmente sua contratação como primeira Octagon Girl filipina. Ela foi apresentada durante atividades abertas do UFC Fight Night 66, nas Filipinas, e faria sua estreia no evento.
O UFC continuou documentando sua presença nos anos seguintes. Em 2025, por exemplo, a organização a descreveu como uma Octagon Girl de longa trajetória, destacando sua participação no UFC 312 e uma aparição na revista Women’s Fitness Australia.
Red é um exemplo particularmente interessante porque sua trajetória não ficou restrita ao momento em que segurava as placas. A própria documentação do UFC relaciona sua imagem a trabalhos no segmento fitness e à presença em mídia especializada.
Brookliyn Wren e a nova geração
Brookliyn Wren também aparece na galeria oficial de Octagon Girls do UFC.
A inclusão de seu nome na documentação oficial demonstra como o grupo de profissionais associado à organização foi sendo renovado ao longo dos anos.
Esse ponto é importante para uma análise histórica: nomes muito conhecidos de uma determinada época não necessariamente representam a composição atual do grupo.
Por isso, quando uma pessoa pesquisa “quem são as Ring Girls do UFC”, é necessário verificar a data da fonte antes de transformar um nome histórico em uma afirmação sobre o presente.
Red Dela Cruz
Primeira modelo de origem filipina a integrar o quadro fixo do UFC, Red Dela Cruz conquistou sua vaga em 2017 através da BMF (UFC Octagon Girl Search) realizada na Ásia. Sua contratação marcou a expansão institucional da franquia no mercado asiático.
- Ano de estreia: 2017
- Significado institucional: Representa a diversificação geográfica da marca em eventos realizados na Ásia e Oceania, consolidando-se como embaixadora do evento na região.
Onde as Ring Girls internacionais trabalham?
O mercado internacional pode ser dividido em diferentes ambientes profissionais.
UFC
O UFC é provavelmente o exemplo mais conhecido de organização que utiliza a denominação Octagon Girl.
Ao longo de sua história, a organização documentou profissionais de diversos países e mercados. Entre os nomes registrados estão brasileiras, norte-americanas, britânicas, australianas, japonesas e filipinas.
A função pode envolver a apresentação dos rounds e também atividades promocionais, eventos para fãs, sessões de fotos, pesagens e outros compromissos relacionados à organização.
Boxe
O boxe possui uma tradição própria de Ring Girls e Ring Card Girls.
No Reino Unido, por exemplo, existem empresas especializadas no fornecimento de profissionais para eventos de boxe profissional e amador, incluindo competições de white collar boxing. A Ring Girls UK informa atuar desde 2008 e oferecer modelos para diferentes formatos de eventos.
MMA
No MMA, a nomenclatura pode mudar conforme o país e a organização.
Uma profissional pode ser chamada de Ring Girl, Cage Girl ou Octagon Girl. A diferença nem sempre representa uma profissão diferente. Muitas vezes está relacionada ao formato do local de combate e à terminologia adotada pelo promotor.
Muay Thai
O mercado também aparece em eventos de Muay Thai.
A Ring Girls UK, por exemplo, apresenta serviços específicos para Muay Thai, além de boxe e MMA.
Isso demonstra que o mercado de modelos de ringue não pertence exclusivamente ao MMA.
Eventos promocionais e ativações de marcas
Outro segmento relevante é o de eventos promocionais.
Algumas empresas trabalham com Ring Girls e também oferecem profissionais para funções como hostess, modelo promocional, Walk-on Girl, Weigh-in Girl e Trophy Girl.
Nesse contexto, a profissional pode participar de uma ativação de marca, evento corporativo, sessão de fotos, lançamento ou atividade promocional relacionada a um evento esportivo.
Existem agências internacionais de Ring Girls?
Sim.
O Reino Unido oferece um exemplo bastante claro de mercado organizado por agências.
A Ring Girls UK afirma fornecer profissionais para boxe, MMA, Muay Thai e outros eventos de combate, além de serviços de hostess e modelos promocionais. A empresa informa trabalhar com profissionais em diferentes cidades e arenas britânicas.
Outra empresa britânica, a SBRG, informa trabalhar com Ring Girls para boxe, Cage Girls para MMA e ativações promocionais. Seu site apresenta serviços para eventos no Nordeste da Inglaterra e informa ter atendido mais de 100 noites de luta.
Esses exemplos são importantes porque mostram que existe uma estrutura comercial diferente daquela de simplesmente procurar uma vaga diretamente em uma organização de MMA.
Em alguns mercados, o caminho pode passar por:
agência → casting → seleção → evento → contratação recorrente
Em outros casos, a própria organização pode realizar o casting ou selecionar profissionais diretamente.
Ring Girl internacional trabalha apenas durante a luta?
Não necessariamente.
O trabalho pode incluir diferentes atividades, dependendo do contrato e do evento.
Entre as possibilidades documentadas no mercado estão:
| Atividade | Onde pode aparecer |
|---|---|
| Apresentação de rounds | MMA, boxe e outros combates |
| Ring card | Boxe e MMA |
| Weigh-in | Eventos de combate |
| Walk-on | Eventos esportivos |
| Trophy presentation | Eventos e premiações |
| Hostess | Eventos esportivos e promocionais |
| Ações com patrocinadores | Eventos e ativações |
| Sessões de fotos | Eventos e campanhas |
| Interação com fãs | Semanas de luta e eventos |
| Conteúdo promocional | Organizações e marcas |
No UFC, por exemplo, fontes oficiais documentam profissionais em pesagens, eventos promocionais, ações com fãs e outras atividades além da apresentação dos rounds.
A função exata, entretanto, não deve ser presumida. Ela depende da organização, do evento e das condições da contratação.
Como uma profissional pode entrar no mercado internacional?
Não existe um único caminho.
Uma das possibilidades é participar de castings realizados por organizações ou agências. Outra é construir experiência em eventos locais e posteriormente trabalhar para organizações maiores.
O caso de Kahili Blundell é ilustrativo porque ela já realizava trabalhos de ring card em Sydney antes de participar do casting australiano do UFC.
A existência de agências especializadas também cria outra rota. No Reino Unido, empresas como Ring Girls UK e SBRG apresentam rosters e serviços voltados a eventos de combate.
Na prática, uma carreira internacional pode envolver:
- Experiência em eventos locais.
- Portfólio profissional.
- Presença digital organizada.
- Participação em castings.
- Relacionamento com agências.
- Experiência com eventos esportivos.
- Disponibilidade para deslocamentos.
- Capacidade de trabalhar com organizadores e patrocinadores.
Esses pontos não constituem requisitos universais. Cada agência e organização estabelece seus próprios critérios.
O mercado internacional é apenas o UFC?
Não.
O UFC é apenas uma das organizações mais conhecidas associadas a esse tipo de função.
O mercado inclui também boxe, MMA regional, Muay Thai, eventos de kickboxing, promoções independentes e empresas especializadas em modelos para eventos.
O exemplo britânico deixa isso especialmente claro. A Ring Girls UK oferece profissionais para boxe, MMA, Muay Thai, eventos de white collar boxing e outras atividades promocionais.
Essa diferença é importante para quem pretende pesquisar a carreira. Procurar apenas por “UFC Ring Girl” reduz artificialmente o tamanho do mercado.
O que aconteceu com as Ring Girls depois de ficarem conhecidas?
A função pode ser uma etapa de uma carreira maior.
Algumas profissionais continuam ligadas ao entretenimento, enquanto outras seguem para modelagem, fitness, mídia, negócios, redes sociais ou outras atividades.
Red Dela Cruz, por exemplo, foi apresentada pelo UFC em 2025 em conexão com uma publicação da Women’s Fitness Australia, mostrando uma associação entre sua imagem como Octagon Girl e o mercado fitness.
Existe também um caminho diferente e especialmente interessante no MMA: a transição para a própria competição.
Em 2026, a brasileira Jeisla Chaves foi notícia por ter passado de Ring Girl a lutadora e chegar ao UFC. Segundo o MMA Fighting, ela começou como Ring Girl em um evento de Muay Thai antes de mudar seu foco para as lutas.
Esse caso mostra que trabalhar como Ring Girl não determina necessariamente o restante da carreira profissional.
O caso de Sophie Cunningham mostra como a função pode ganhar novas formas
Em julho de 2026, a jogadora da WNBA Sophie Cunningham apareceu carregando uma placa durante o UFC 329. O episódio foi registrado pelo MMA Fighting como uma participação especial como Octagon Girl.
O caso é relevante porque mostra que a função também pode ser utilizada como elemento de entretenimento ou participação especial dentro de um grande evento.
Isso amplia a compreensão sobre o conceito. Uma Octagon Girl não precisa necessariamente ser uma profissional que exerce exclusivamente essa atividade durante toda a carreira.
As Ring Girls internacionais continuam sendo importantes para os eventos?
A função continua aparecendo em diferentes formatos, mas não deve ser tratada como idêntica em todas as organizações.
Em 2026, por exemplo, o UFC promoveu um evento na Casa Branca com uniformes especiais para suas Octagon Girls, mostrando que a apresentação visual dessas profissionais continuava integrada ao espetáculo e à identidade do evento. A cobertura da UOL identificou Red Dela Cruz e Chrissy Blair como nomes associados à apresentação dos uniformes especiais.
Ao mesmo tempo, o mercado independente continua utilizando profissionais para boxe, MMA e outras modalidades, como mostram as agências britânicas consultadas.
Portanto, a melhor forma de entender o mercado atual é enxergá-lo como um conjunto de funções relacionadas a eventos de combate, promoção, entretenimento e ativação de marcas, e não como uma única profissão padronizada mundialmente.
Perguntas frequentes
Quem são as Ring Girls internacionais mais conhecidas?
Entre os nomes historicamente associados ao UFC estão Arianny Celeste, Brittney Palmer, Chrissy Blair, Carly Baker, Kahili Blundell, Azusa Nishigaki e Red Dela Cruz. A lista não representa um ranking.
Qual país tem Ring Girls?
Ring Girls e funções semelhantes aparecem em diversos mercados. Há registros no UFC de profissionais associadas aos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e Filipinas, além de brasileiras.
Onde uma Ring Girl pode trabalhar?
Ela pode trabalhar em eventos de MMA, boxe, Muay Thai e outras modalidades de combate. Também pode atuar como Cage Girl, modelo promocional, hostess, Walk-on Girl, Weigh-in Girl ou em ativações de marcas, dependendo da contratação.
Ring Girl e Octagon Girl são a mesma coisa?
Os termos se sobrepõem em determinadas situações, mas Octagon Girl é a denominação utilizada pelo UFC para suas profissionais. Outras organizações utilizam Ring Girl, Ring Card Girl ou Cage Girl.
Como trabalhar como Ring Girl internacional?
Não existe um processo único. Algumas profissionais chegam ao mercado por castings de organizações, enquanto outras começam em eventos locais ou por meio de agências especializadas. O caso de Kahili Blundell mostra uma profissional que já fazia trabalhos de ring card antes de participar de um casting do UFC.
















