Conheça o papel das Ring Girls no WGP Kickboxing, as equipes locais anunciadas pela organização e a participação especial de Carol Portaluppi no WGP 27.
As Ring Girls do WGP Kickboxing fazem parte da apresentação visual e da experiência de público em diferentes edições do circuito. Além de exibirem os números dos rounds, elas podem participar da comunicação do evento, de ações promocionais e de momentos que aproximam a organização da cidade-sede.
Ao contrário da imagem de um grupo necessariamente permanente, os registros públicos do WGP mostram formações associadas a edições específicas. Em Curitiba, por exemplo, a organização anunciou um time próprio para o WGP 38, realizado em 2017. A publicação oficial apresentou Liza Lurkiv, Carol Machado e Anny Costa como integrantes da equipe daquela edição
Esse formato permite que cada evento tenha uma identidade própria. A cidade, a produção, a divulgação e o perfil do público podem influenciar a escolha das profissionais que estarão na arena.
O que é o WGP Kickboxing?
O WGP Kickboxing é um circuito profissional de kickboxing criado no início da década de 2010. Em seu site oficial, a organização informa que foi fundada em julho de 2011, tem sede em São Paulo, promove eventos na América Latina e adota as regras da WAKO PRO.
Na página oficial do WGP 82, a organização informa que já realizou mais de 80 edições em cidades do Brasil e do exterior. O circuito também destaca a chancela da Confederação Brasileira de Kickboxing e da WAKO PRO.

Ao longo de sua história, o WGP passou por diferentes cidades e construiu eventos com disputas de cinturão, GPs, lutas especiais e cards formados por atletas brasileiros e estrangeiros. A Prefeitura de São Paulo também registrou uma etapa do circuito em 2013, com disputas nacionais e participação da Confederação Brasileira de Kickboxing na organização.
Como as Ring Girls aparecem nos eventos do WGP?
As Ring Girls podem ser apresentadas como uma equipe associada à edição. Foi o que ocorreu no WGP 38, quando o perfil oficial da organização anunciou o time de Curitiba antes do evento e publicou os nomes das participantes.
A divulgação antecipada cumpre duas funções. Primeiro, informa o público sobre quem estará presente na noite de lutas. Segundo, transforma as profissionais em parte da comunicação do evento antes mesmo do primeiro combate.
A publicação do WGP 38 também mostra que a equipe pode ser apresentada de maneira regional. O texto identificou o grupo como o time de Ring Girls de Curitiba, reforçando a ligação entre a edição e a cidade onde ela seria realizada.
Isso não significa que todas as edições tenham o mesmo formato ou que exista um elenco fixo para o circuito inteiro. Na prática, o público pode encontrar profissionais diferentes de acordo com a cidade, a produção e a proposta de cada evento.
Carol Portaluppi no WGP 27
Uma das participações especiais mais conhecidas ligadas ao WGP foi a de Carol Portaluppi no WGP 27.
Em novembro de 2015, o perfil oficial do WGP publicou que Carol estaria presente na edição e atuaria como Ring Girl durante a Super Fight de Vitor Oristanio. A publicação apresentou os dois como amigos e companheiros de treino.

A revista Quem também registrou a participação de Carol em uma noite de kickboxing no Rio de Janeiro. Segundo a reportagem, ela atuou como Ring Girl no Wako Grand Prix e acompanhou os rounds da luta entre Vítor Oristanio e Douglas Nunes. A matéria informou ainda que sua presença ocorreu a convite de Vítor, seu amigo e companheiro de treino.
O Lance publicou a apresentação do WGP 27 antes do evento. A edição estava marcada para 31 de outubro de 2015, no Clube Hebraica Rio, e reunia 14 lutas. O card incluía a Super Fight entre Vitor Oristanio e Douglas Nunes, além de uma disputa de cinturão e do Challenger GP da categoria até 78 kg.
O canal oficial do WGP também publicou o vídeo da luta entre Vitor Oristanio e Douglas Nunes com a identificação do WGP 27. A participação de Carol reuniu esporte, entretenimento e divulgação. Ela não apareceu apenas como uma presença conhecida do público. Sua atuação foi associada a uma luta específica e a uma relação já existente com um dos atletas do card.
Qual é a diferença entre uma equipe local e uma convidada especial?
Uma equipe local costuma ser apresentada como parte da identidade daquela edição. O anúncio do WGP 38 em Curitiba é um exemplo: a organização mostrou um grupo associado à cidade e o divulgou antes da noite de lutas.
Uma convidada especial pode cumprir uma função diferente. A presença de Carol Portaluppi no WGP 27 estava ligada a uma Super Fight e a um atleta conhecido por ela. O interesse do público não dependia apenas da função tradicional de apresentar os rounds, mas também da notoriedade da convidada e de sua relação com o evento.
Na prática, os dois formatos podem coexistir. A equipe local aproxima o circuito da cidade-sede e ajuda a formar a identidade visual da noite. A participação especial amplia a atenção em torno de uma luta, de um atleta ou da própria divulgação do card.
Não existe informação pública suficiente para afirmar que um desses formatos seja utilizado em todas as edições ou que tenha substituído definitivamente o outro. O que os registros mostram é a variedade de apresentações utilizadas pelo WGP em momentos diferentes de sua história.
As Ring Girls também fazem parte da comunicação do evento
A presença das Ring Girls não se limita ao instante em que elas entram no ringue com a placa do round. O anúncio do time, a apresentação dos nomes e a associação com a cidade podem gerar conteúdo para as redes sociais e aumentar a expectativa do público.
Quando uma personalidade conhecida participa, como ocorreu com Carol Portaluppi, a função também pode contribuir para aproximar o evento de pessoas que acompanham entretenimento, celebridades ou redes sociais, mas que talvez ainda não acompanhem o kickboxing com frequência.
Essa conexão não deve ser confundida com uma garantia de audiência ou de resultado comercial. Ela é uma consequência possível da forma como a organização apresenta suas participantes e convidadas.
O papel das Ring Girls na experiência do público
Durante as lutas, as Ring Girls ajudam a marcar visualmente a passagem dos rounds e contribuem para a dinâmica do espetáculo. O trabalho exige atenção ao momento correto de entrada, deslocamento dentro da arena, postura, coordenação com a produção e cumprimento do figurino definido para a edição.
Em uma produção profissional, a função precisa estar alinhada com o cronograma do evento. Pesagem, coletiva, ensaios, fotos e ações com patrocinadores podem fazer parte da programação, desde que sejam informados previamente às profissionais.
A participação também pode envolver exposição em fotografias, vídeos, transmissões e publicações nas redes sociais. Por isso, as condições de uso de imagem devem ser definidas entre a organização, a agência e a profissional quando houver contratação formal.
WGP, cidade e identidade de cada edição
O histórico do WGP mostra um circuito que passou por diferentes cidades e construiu eventos com características próprias. Uma edição no Rio de Janeiro pode ter uma comunicação diferente de uma edição em Curitiba ou São Paulo. O card, o local, os patrocinadores, os atletas e as ações promocionais influenciam a maneira como a noite é apresentada.
As Ring Girls entram nesse contexto como parte da identidade visual e da experiência de público. Uma equipe local pode reforçar a ligação com a cidade. Uma participação especial pode criar um ponto de atenção em torno de uma luta. Em ambos os casos, a função está integrada à produção do evento, e não isolada dela.


















